Junho 8, 2009

Dieta dos Pontos – Pesquise pontos online

Pesquise os pontos de diversos alimentos aqui.

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Maio 27, 2009

Os mitos com os quais vivemos

Da Veja (ed. 2114)

Informar-se sobre as bases da alimentação saudável é quase uma obrigação para quem quer cuidar bem de si e da família, mas as boas intenções às vezes abrem espaço a ideias distorcidas ou simplesmente erradas. Alguns dos mitos mais frequentes sobre nutrição e dieta são analisados aqui por especialistas

Beber muita água afina o corpo
Apesar das qualidades propaladas por modelos e atrizes, água não tem efeito algum. Primeiro, não queima caloria. “Não há comprovação científica de que ingeri-la em grandes quantidades ajuda a aumentar o metabolismo”, diz Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Instituto de Metabolismo e Nutrição, em São Paulo. Segundo, não desincha. “O inchaço, principalmente aquele que acontece na fase pré-menstrual, se dá devido a um processo hormonal que termina por reter água nos espaços existentes entre as células. A água que bebemos não vai parar nesses espaços. Ela toma um caminho diferente; parte é eliminada, parte cai na corrente sanguínea. São dois metabolismos diferentes”, explica Dan Linetzky, professor de gastroenterologia da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo. Terceiro, não acelera a eliminação de toxinas. “Os rins, por meio da urina, de fato eliminam subprodutos dos alimentos, como gorduras e radicais livres. Mas essa eliminação já acontece normalmente, com a ingestão de uma quantidade adequada de água”, informa Magnoni. Por quantidade adequada entenda-se 30 mililitros de água para cada quilo do corpo, ou seja, uma pessoa de 70 quilos deve tomar cerca de 2 litros de água por dia. Por fim, a única verdade sobre a questão: beber água atenua muito levemente a fome. “O estômago cheio de água dá certa sensação de saciedade”, diz Magnoni.

Adoçante dá câncer
Há basicamente cinco tipos de adoçante: aspartame, ciclamato, estévia, sacarina e sucralose. Existem estudos que relacionam câncer na bexiga à sacarina e ao ciclamato, duas substâncias químicas – estévia é uma planta, aspartame é uma combinação de aminoácidos e sucralose, um derivado do açúcar. “Mesmo esses estudos, porém, mostram que a relação só existe quando há altíssimo consumo dessas substâncias, algo como um frasco de adoçante por dia”, informa Celso Cukier, cardiologista e nutrólogo do hospital São Luiz, de São Paulo.

A dieta do abacaxi funciona
Em meados dos anos 80, a americana Judy Mazel criou a Dieta de Beverly Hills, regime para emagrecer feito com frutas, sobretudo abacaxi. O consumo de leite e derivados era proibido e o de proteínas, muito limitado. Ou seja, uma loucura que volta e meia ressurge. “É claro que um regime em que se come apenas um tipo de alimento faz emagrecer. Mas é claro também que, ao voltar à dieta normal, os quilos voltam junto”, diz Magnoni. “Além disso, deixar de comer carne causa deficiência de ferro e zinco, o que pode levar à anemia e até a problemas cardíacos”, esclarece Cukier.

Desintoxicação limpa por dentro
Clínicas de desintoxicação oferecem programas especiais para “limpar o organismo”, com duração mínima de uma semana. A alimentação é primordialmente líquida – sucos, chás e sopas –, acompanhada de lavagens intestinais diárias (batizadas de “hidroterapia do cólon”) e laxantes. Conforme a propaganda, a pessoa sai de lá com o corpo livre de corantes, conservantes, pesticidas e resíduos de carne vermelha, açúcar, farinhas brancas, derivados do leite e cafeína e outros venenos. Até pedras na vesícula são eliminadas, segundo a crença. “Para começar, a vesícula não se liga ao intestino. Dessa maneira, não há modo de, por meio de uma lavagem intestinal, pedras da vesícula serem eliminadas”, diz o gastroenterologista Linetzky. “Aliás, as pedras formadas na vesícula não têm nenhuma relação com a alimentação. Elas se formam devido a alterações inflamatórias da mucosa do órgão.” Lavagens constantes podem modificar a flora intestinal. “O fígado e os rins já são excelentes máquinas de eliminação de escórias alimentares. O fígado separa o que é alimento bom de restos, como colesterol e radicais livres, e os rins os expelem. Essas desintoxicações, além de perigosas, são inúteis”, alerta Magnoni.

Carne apodrece no sistema digestivo
A carne em ambiente natural se decompõe devido à ação de bactérias presentes no ar, responsáveis pelas secreções que quebram as fibras musculares. Essa quebra desencadeia reações químicas que liberam as proteínas, as gorduras e os açúcares presentes na composição da carne. As três substâncias viram comida para as bactérias e combustível de um processo reprodutivo espetacularmente rápido. Em cerca de dez horas, se estiver crua, e o dobro disso, se for cozida, a carne está estragada. Na carne ingerida, a quebra das fibras musculares é feita pelo suco gástrico, no estômago, e pelo suco pancreático mais bile, no intestino; o processo todo leva, no máximo, três horas. Proteínas, açúcares e gorduras liberados são em parte absorvidos pelo corpo e em parte expelidos. “Até existem bactérias no intestino, mas elas não participam da quebra das fibras. Ao contrário, ajudam na regeneração das células intestinais”, explica o nutrólogo Magnoni.

Chá verde emagrece
O chá verde contém substâncias que aceleram o metabolismo ao elevar os batimentos cardíacos, sendo a mais conhecida a cafeína. Mas esse aumento é ínfimo. Uma pessoa que consumir 1 500 calorias e tomar quatro xícaras de chá verde por dia vai perder, em um ano, no máximo 2 ou 3 quilos. O chá verde é, de fato, uma interessante fonte de antioxidantes, moléculas que teoricamente retardam o envelhecimento, embora o processo seja de extrema complexidade. “Uma xícara por dia é o suficiente para turbinar a capacidade antioxidante do organismo”, diz Magnoni. “O chá verde também aumenta a elasticidade arterial, o que ajuda a controlar a arteriosclerose, e atua na diminuição do LDL, o mau colesterol.”

Maio 27, 2009

Manual do sobrevivente (envie para seu marido, namorado e amigos!)

Da Veja (ed. 2114)

Ela vive de regime, ele não vive sem picanha. Ela conta calorias, ele nem se dá mais conta das bolachas de chope. Ela pede uma saladinha no jantar com amigos, ele pensa em pedir um tempo. Mulheres de regime ficam insuportáveis, bufa ele, acenando para o garçom trazer uma dupla porção de torresmo só de raiva. Aguentar sabotadores de dieta é como dormir com o inimigo, sibila ela. Até para os casais mais equilibrados a dieta unilateral vira ponto de atrito. Alguns maridos nem falam mais nada, só suspiram e reviram os olhos daquele jeito irritante. O ideal é trazer o renitente ingeridor de gorduras para o lado da luz ou, pelo menos, assinar uma trégua estabelecendo termos de convivência mútua, tolerância e compreensão.

(…)

Quando a mulher se arma para um regime, o marido entra em campo minado. Abaixo, algumas manobras que o ajudarão a escapar mais ou menos ileso.

  • Ao ser informado da dieta, diga, em tom de absoluta sinceridade: “Você está ótima. Não precisa fazer regime!”. Mas não tente demovê-la com táticas baratas.
  • Não ofereça a ela NADA do que você estiver comendo.
  • Considere a amorosa hipótese de reviver a adolescência e beber escondido.
  • Jamais diga que mulheres de regime ficam, assim, meio estressadas.
  • No restaurante, faça a gentileza de você mesmo dispensar o couvert.
  • Reparta a sobremesa sem um único comentário.
  • Conte para os amigos, na frente da cara-metade, como a dieta dela tem contribuído para você se alimentar melhor embora ela, evidentemente, não precisasse fazê-la.
  • Ao ser informado do fim da dieta, diga, em tom de absoluta sinceridade: “Você está ótima. Parecia impossível, mas ficou melhor ainda!”.

Maio 27, 2009

As árvores da vida

Da Veja (ed. 2114)

O nome dá vontade de correr para um hambúrguer com fritas, mas contenha-se: os alimentos funcionais só precisam de um reposicionamento de mercado. Que tal pensar neles como coisas gostosas que, de passagem, fazem bem à saúde?

Photocuisine/Corbis/Latinstock

ALCACHOFRA
Já ouviu falar em silimarina? Presente na flor de alcachofra, ela ajuda em disfunções do fígado e da bile, em problemas digestivos e na redução do colesterol. Também é ótimo antioxidante e faz bem até para os olhos. Vantagem extra: tem poucas calorias. “A maioria dos estudos foi feita com o extrato, que é vendido em cápsulas. In natura o efeito é menor”, explica a nutricionista Barbara Sanches. A alcachofra em conserva, reduzida aos corações, tem os mesmos efeitos da fresca e é mais prática, embora menos bonita que a flor inteira. Pelo sabor delicado, a alcachofra é um bom acompanhamento para quase tudo o que se possa imaginar.

ACELGA
Tem efeito anticoagulante, anti-inflamatório, antialérgico e antioxidante. Parece bula de remédio, mas, refogada com shoyu, cria uma delícia oriental fácil e rápida de fazer. “É um alimento simples, barato, ao qual não se dá muito valor. O ideal é que seja consumido duas ou três vezes por semana”, recomenda o nutrólogo Edson Credidio.

Stockphoto


TALO E FOLHAS DE BETERRABA

Isso mesmo: a parte que todo mundo joga fora também é rica em ferro e ácido fólico – importantes na prevenção de doenças cardíacas – e fibras solúveis, que ajudam a diminuir o colesterol. Coma-os crus, picadinhos na salada, ou refogados, de preferência acompanhados de laranjada ou algum suco cítrico, para aumentar a absorção do ferro.

SEMENTE DE ABÓBORA
Aquela salgadinha, comprada em supermercado como aperitivo, é boa no combate a fungos, parasitas e bactérias, além de melhorar a circulação. O alto teor de magnésio foi ligado à queda do risco de morte prematura em homens. Recomenda-se o consumo diário de um punhado (fonte de 150 miligramas de magnésio), com casca e tudo. Já a cervejinha…

BANANA VERDE
Nanica, maçã ou prata, a condição é que seja verde. “Nem semiamarelinha vale”, avisa a nutricionista Barbara Sanches. Pelos pré e pró-bióticos, faz maravilhas pelo sistema digestivo. O truque: cozinhe em panela de pressão, com casca; depois, descasque e bata no liquidificador. Assim neutralizada, pode ser misturada a sucos de frutas e à massa de pães e bolos. “Coloque o equivalente a uma banana para cada porção do prato. Não dá nem para sentir o gosto”, garante Barbara.

Steve Mark Needham/Corbis/Latinstock


ROMÃ

Popular no Brasil apenas nas festas de passagem de ano (quando comer sete sementes e guardar os caroços na carteira é suposta garantia de prosperidade), essa fruta, além de ser rica em vitamina C, diminui a pressão arterial e melhora a circulação do sangue. O consumo de dois dedinhos de suco de romã diariamente pode reduzir a pressão arterial máxima, ou sistólica, em até 20%. Por causa do passado mitológico como fruto da fecundidade, dizem que é bom para outras coisas também. Esse campo sempre é duvidoso, mas que tal ver se é funcional mesmo?

GELEIA REAL
Nada a ver com geleia – o creme tem gosto ácido e forte; deve ser congelado e consumido em raspas (também existe em cápsulas e pode ser misturada com mel). Obrigatória em lojas de produtos naturais, é o alimento que as abelhas fazem para sua rainha. Nos humanos, ajuda a reduzir o colesterol e a pressão arterial, ativa
o sistema imunológico, tem ação anti-inflamatória e antienvelhecimento e é boa para a regeneração celular. Recomenda-se meia colher de chá (de plástico, porque o aço oxida a geleia) de raspas ao dia, pura, em jejum, para se desfazer sob a língua.

Photocuisine/Corbis/Latinstock


COGUMELO SHIITAKE

O cogumelo previne contra diabetes, colesterol alto e hipertensão arterial. Comporta vários cozimentos, em especial ao forno ou refogado, com alho e um fio de azeite. Delicioso em qualquer versão, é um curinga dos regimes. “Há indicações de que tem efeito antitumoral, mas os estudos ainda estão em andamento”, explica Jocelem Salgado, professora de nutrição humana da Esalq e presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais.

AVEIA
O componente ativo chamado betaglucana ajuda na redução do colesterol total e do LDL, o ruim. É uma mina de fibras. Para variar, experimente sobre frutas picadas ou no lugar da engordativa farofa, em cima do arroz e feijão. Quem não está em regime de redução de calorias pode caprichar: a dose recomendada é de quatro colheres de sopa de aveia integral, em pedaços grossos, por dia.

PIMENTA-MALAGUETA
No índice de ardência das pimentas criado em 1912 pelo químico William Scoville, a malagueta fica entre 50 000 e 100 000 pontos – muitíssimo mais suave que a recordista, a indiana naga jolokia (até 1 000 000), mas à frente da tabasco (30 000 a 50 000) e da jalapeño (2 500 a 8 000). Levanta qualquer prato. Consumida todo dia, de preferência in natura, tem alta ação vascular e bactericida.

CANELA
Em pau ou em pó, ela ajuda a controlar a glicose no sangue (e por isso é eficaz no tratamento de diabetes) e também o colesterol. Polvilhe uma colher de chá na banana, na maçã, no café ou faça um chá e tome toda noite. Na forma de balas e chicletes, atua muito pouco, porque a concentração do princípio ativo é ínfima.

Maio 27, 2009

O método escocês: nem dó nem piedade

Da Veja (ed. 2114)

Divulgação
FECHE A PORTA, DEPRESSA
A nutricionista Gillian McKeith: você faz o que ela manda

Baixinha, magrinha e ruim como uma dose de purgante, a nutricionista escocesa Gillian McKeith, 49 anos, é uma celebridade improvável. Através do Você É o que Você Come, exibido no Brasil pelo canal pago GNT, ela se transformou na mais conhecida especialista em alimentação da Inglaterra. Gillian confirma as suspeitas de quem vê um pendor masoquista no público e, principalmente, nos participantes: propõe receitas horríveis como alternativa saudável, pressiona até as lágrimas os gordinhos que caem em suas garras e examina resíduos alimentares – isso mesmo que você está pensando – em excessivos detalhes. Aqui ela fala a sério, mas com a habitual impiedade, sobre sua especialidade.

A senhora sempre foi durona?
No começo, não tinha coragem de falar aquilo que pensava. É muito difícil dizer a verdade a pessoas que já estão inseguras sobre sua aparência. Mas aprendi que alguém tem de dizer a verdade. Elas não são gordas à toa, seguem um estilo de vida totalmente errado, e eu não sou paga para dizer que está tudo bem. Isso a família e os amigos já fazem.

Já teve algum caso perdido?
Nunca. Eu não trato só da comida, mas descubro a causa dos maus hábitos. Para mudar a dieta de uma pessoa, entro na vida dela. Quem vem a mim está desesperado, enfrentando problemas de saúde e de convívio social. Precisa dar um jeito não só no peso, mas na vida.

Qual é o paciente mais difícil?
É a pessoa fechada a novas ideias. Hábitos alimentares se criam na infância. Quando peço a alguém para deixar de comer alguma coisa que traz boas lembranças, a pessoa fica vulnerável. Eu a tiro da zona de conforto e a obrigo a olhar para si mesma e ver o que está errado.

A senhora gosta de maltratar quem tem excesso de peso?
Não teria coragem de fazer isso. O que eu faço é forçar a pessoa a encarar seus problemas pela primeira vez na vida. Não aceito desculpa. Existe um lado bondoso dentro de mim que, na edição do programa, não aparece. Uma vez, um participante começou a contar que comia porque havia perdido o pai muito cedo e sentia muita pressão para cuidar da família. Ele nunca tinha chorado e se abriu comigo. No ar, só apareceu eu mostrando tudo de errado que ele comia e ele caindo no choro. As pessoas na rua me diziam que eu tinha ido longe demais. Tentei explicar que ele precisava chorar, que tinha sido bom. Mas ninguém acreditou.

Obrigar a tomar suco de salsão não é tortura?
Imagina. Essa é apenas uma das maravilhosas opções que ofereço. Salsão é um diurético natural e funciona como relaxante para corpo e mente. Eu me vejo como educadora. Apresento opções que as pessoas desconhecem, mas que fazem bem ao corpo.

Elas aprendem a conviver com a ideia de nunca mais comer chocolate?
Não digo que nunca mais vão comer chocolate, só não admito que comam enquanto estiverem seguindo meu plano. Aliás, faço uma vitamina de cacau, banana e leite de arroz que é deliciosa e não contém as substâncias químicas nem o açúcar do chocolate industrializado.

Seus pacientes reconhecem o que faz por eles?
Depois que emagrecem, eu pareço mais boazinha. Muitos me mandam cartas. Há pouco tempo, uma menina escreveu que eu fui uma santa que entrou na vida dela. Eu sei que não sou uma santa. Foi ela quem disse.

A senhora sempre controlou o que come?
Não. Quando entrei na faculdade, não ia muito bem e comecei a descontar na comida. Engordei 18 quilos, fiquei mal, não tinha vontade de sair da cama. Quando me dizem “você não sabe como é ser gordo”, respondo: “Sei, sim. E acho horrível. Pare de reclamar e me obedeça”.

O que a senhora mais gosta de comer?
Manga. Faço vitaminas de manga maravilhosas. Também faço uma torta de feijão-azuqui e um sanduíche de alga que são deliciosos. Adoro comida e como muito, mas só o que é certo e faz bem.

Existe alguma comida saudável de que a senhora não goste?
Eu aprendi a gostar de tudo o que faz bem. Funciona assim: é preciso experimentar de tudo pelo menos doze vezes. Se na 12ª a pessoa ainda não gostar, é porque não tem jeito mesmo.

Qual é a maior reclamação de seus pacientes?
Bom, eu adoro minha sopa de abacate e pepino, mas ninguém concorda comigo. Abacate é muito polêmico. As pessoas amam ou odeiam. Igual a mim.

A senhora percebe problemas de saúde só de olhar para a pessoa?
Eu considero a língua uma janela dos órgãos, que mostra pela coloração o que está acontecendo dentro do corpo. Ela deve ser rosada e sem manchas. Unhas e cabelos quebradiços também mostram deficiências de vitaminas. Pele manchada, olheiras profundas e erupções são sinais óbvios de que alguma coisa está errada. O sinal mais fácil de ver é prisão de ventre. Quem come corretamente vai ao banheiro duas vezes por dia.

Examinar o resultado disso diante das câmeras não é apelativo demais?
As fezes dão excelente indício de como anda a saúde do paciente. Consigo ver se está comendo muita gordura, se está digerindo os alimentos corretamente, se o fígado está funcionando bem. Não é agradável, mas é necessário. As pessoas ficam horrorizadas. Minha mãe me liga perguntando se tenho mesmo de fazer isso, porque meu programa passa bem na hora do jantar dela. Eu respondo: “Mãe, 20 horas é muito tarde para jantar”.

Seus amigos controlam o que comem na sua frente?
A maioria dos meus amigos come direito, mas, se a pessoa não me conhece bem, fica pedindo desculpa a cada garfada. É muito irritante. E não recebo muitos convites para festas em que vai ter comida.

É possível ser gordo e feliz?
Não. Pode parecer que sim, mas ninguém é feliz estando na lista dos possíveis candidatos a um ataque cardíaco.

Maio 27, 2009

A arte de perder peso

Da Veja (ed. 2114)

Entre as famosas, vale tudo para emagrecer rápido e realçar seu padrão de beleza: a mulher-pirulito, mais cabeça do que corpo e membros

Como é que elas fazem? Não tem mulher que assista ao incessante desfile global de celebridades que não se pergunte como elas ficam cada vez mais magras. Aliás, tanto que às vezes produzem o efeito cabeção a cabeça parece maior em relação a um corpo excessivamente emagrecido, uma silhueta também chamada de mulher-pirulito, o oposto de melancias, jacas e outras extravagâncias tropicais. Em primeiro lugar, relembre-se, mulheres famosas do mundo do espetáculo conquistaram um lugar no topo da pirâmide porque são naturalmente bonitas, afinadas com os padrões de beleza do momento e muito disciplinadas para manter o corpo exigido em seu meio profissional. Em segundo, como não é raro, elas mentem: juram que tomam muita água, fazem umas aulinhas de ioga ou de pilates, seguem uma alimentação saudável sem se privar de quase nada. A realidade, quando arrancada das profundezas de uma confraria que inclui nutricionistas, médicos, personal trainers e gurus malucos, é bem mais sofrida. Os corpos do tapete vermelho demandam programas espartanos de exercícios, lipoaspirações nunca assumidas e dietas e truques impensáveis. No recém-lançado livro The Black Book of Hollywood Diet Secrets (algo como O Livro Negro das Dietas Secretas de Hollywood), Kym Douglas e Cindy Pearlman, duas experientes observadoras de famosos, mostram do que as estrelas são capazes para manter a forma. Jogar sal em excesso ou açúcar na comida, para estragar o gosto e não cair na tentação de comer tudo, é uma das táticas insanas já notadas em restaurantes. Passar o dia ingerindo apenas aspargo com salsinha e ameixa seca, acreditam, desincha. Exercícios físicos devem ser feitos pela manhã, de estômago vazio, ao menos seis vezes por semana, durante duas ou mais horas por dia. Antes de um jantar de gala, uma saladinha temperada com bastante vinagre “Acaba com a ânsia por comida e previne o ataque à cesta de pães”, diz o livro.

São, todas, informações arrancadas a saca-rolhas. Da boca das magérrimas, emagrecer é moleza. A atriz Mischa Barton, 23 anos, a finíssima Marissa do extinto seriado O.C., deixou a trama em 2006 e relaxou a certa altura, foi flagrada com indícios de celulite sob a minissaia. Entrou em regime de enxugamento tão radical que, pelas contas dos tabloides ingleses, baixou três tamanhos de roupa em três meses e caiu no outro extremo do dilema das famosas (quando não estão gordas, segundo os fofoqueiros, são anoréxicas). “Estou mais feliz e mais saudável do que nunca. Só ando prestando atenção no que como. Cortei um pouco os alimentos gordurosos”, declarou Mischa. Pronto só isso. Outra que não abre o jogo é Victoria Beckham. Da adolescente cheinha ela só mantém, aos 36 anos e mais magra do que nunca, o biquinho. Atribui o milagre a genética, cremes e massagens. Naturalmente destinada a ter coxas e quadris majestosos, Jennifer Lopez levou mais de um ano, depois de ter os filhos gêmeos, para ficar quase irreconhecível de tão magra. Conta que a virada começou seis meses após o parto, quando participou de um minitriatlo em Los Angeles: “Quis conseguir fazer de novo”. Não especificou o quê, mas as fotos recentes dizem tudo. O aumenta-encolhe é tão frequente que já estabeleceu até um protocolo: quando estão esbeltas, as estrelas exploram ao máximo o corpo fabuloso; se ganham uns quilinhos, culpam a “mídia” por não lhes dar trégua e se transformam, até o próximo emagrecimento, em heroicas porta-vozes das mulheres comuns. O script foi seguido à risca pela cantora americana Jessica Simpson, 28 anos e corpo espetacular, impiedosamente emagrecido com dieta de South Beach e uma planilha de duas horas diárias de exercícios que incluía corrida, agachamento, flexão e peso, só de recursos confessados. Em fevereiro, causou comoção mundial ao se exibir com um ingrato jeans de cintura alta e vários quilos a mais. “Já aconteceu de minha calça abrir de cima a baixo quando me curvei para alcançar uma nota”, disse num show, brincando com as críticas a seu físico e a seus dotes vocais. Ressurgiu gloriosa (e photoshopada) na capa mais recente da revista Vanity Fair.

Para emagrecer, Hollywood toma litros de café, porque cafeína diminui a fome. Mais perigosamente, Paris Hilton, Britney Spears e Nicole Richie, em suas variadas ocorrências policiais, portavam receitas de um remédio controlado usado no tratamento de distúrbio de déficit de atenção, que tem a perda de apetite como um dos efeitos colaterais. A cantora Beyoncé, com histórico de luta contra a balança e inesperada sinceridade, contou que perdeu 6,5 quilos em dez dias para o filme Dreamgirls graças a uma dieta conhecida como “limpeza máster”, que consiste em bebericar (e nada mais) uma mistura de água, xarope de maple, suco de limão e pimenta-caiena em pó. O encolhimento a jato é, evidentemente, um mau exemplo. “Como são formadoras de opinião, atrizes e cantoras criam expectativa de resultados iguais nas pacientes”, reclama Aloizio Faria de Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. “Muitas mulheres que a gente tem como mito de beleza não são pessoas saudáveis. Ninguém ganha massa muscular ou emagrece da noite para o dia sem usar algum aditivo. Os corpos que a gente vê no Carnaval, sinceramente, não existem”, diz a atriz Deborah Secco, que provou no corpo os perigos dos métodos pouco ortodoxos (veja seu depoimento completo). “Na véspera de um trabalho importante, é muito comum o uso de diuréticos, como o Lasix. Algumas chegam a tomar por dois ou três dias direto”, confidencia, sob proteção de identidade, um conhecido empresário de beldades. “Os chás diuréticos e laxativos também estão bastante na moda. E a lipinho anual não sai de cena: é mais prática que qualquer dieta”, diz um personal trainer carioca que circula há anos no meio artístico.

Entre os recursos médicos para emagrecer depressa, a terapia mais em voga é a ortomolecular, e a médica carioca Heloisa Rocha, sua autoridade máxima, é a responsável por ter secado a silhueta de Priscila Fantin, Juliana Paes, Paola Oliveira e Luíza Brunet, entre outras. Como a ortomolecular não é reconhecida como especialidade pelo Conselho Federal de Medicina, Heloisa prefere chamar seu método de terapia antioxidante. No mercado da beleza, corre que o sucesso de seu tratamento está mesmo é nas “bolinhas”, como são chamados os moderadores de apetite, que ela não nega receitar. “Mas só quando eles são muito necessários mesmo. Não quero ver paciente usando a medicação como bengala”, diz. Heloisa credita seus bons resultados às fórmulas e ao programa de alimentação que prescreve. “O organismo passa a funcionar bem. A garcínia tira a vontade de comer doce; o cromo melhora o metabolismo; e o óleo de prímula ajuda a combater a retenção de líquido”, enumera. Uma consulta custa 500 reais. Na medicina tradicional, o tratamento não é bem visto. “Ortomolecular não emagrece. E um dos perigos da fórmula é não ter bula”, diz Amélio Godoy, que faz parte da comissão internacional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.

Há truques mais inocentes no mundo das magras e famosas. Um deles é, quando sentir fome, escovar os dentes: o gosto da pasta dá a sensação de acabar de fazer uma refeição. O instrutor físico Richard Giorla, que já trabalhou com Jennifer Lopez, sugere que se carregue um vidrinho de óleo de grapefruit para tomar e num passe de mágica matar a vontade de comer. Em restaurantes, pede-se ao garçom tirar o prato assim que se considere que está satisfeita (algo muito diferente de sem fome). O bronzeamento artificial tem um dom ilusionista, e 35% das mulheres se acham mais magras quando estão bronzeadas. Por último, para quem realmente tiver vocação masoquista, fica o caso da patética estrelinha citada no Livro Negro das Dietas que uma vez por semana vai a uma doceira de Beverly Hills, pede uma fatia bem grande de torta de chocolate, olha para ela durante meia hora, toma água e vai embora. Olhar, afinal, nunca tirou ou, no caso, adicionou pedaço.

Maio 27, 2009

Mude a alimentação e pare de sofrer com os inchaços

Do Minha Vida

Nem sempre as alterações hormonais têm a ver com a retenção de líquidos

Frio ou calor, ele atormenta a vida de muita gente: o inchaço (ou edema, como também é conhecido) deixa as roupas apertadas, dá aparência de cansaço e causa muito desconforto. Mas, a não ser em casos de desequilíbrio hormonal, é um problema bem simples de resolver. O inchaço é provocado pelo excesso de líquidos no organismo, explica a nutricionista responsável pelo MinhaVida, Roberta Stella.

Comer muitos alimentos ricos em sódio faz com que esse mineral fique em elevada quantidade no organismo, favorecendo o inchaço temporário (quando o sódio for excretado pelos rins, a retenção excessiva de líquidos é solucionada). Entre os alimentos ricos em sódio estão os embutidos (mortadela, salame, presunto), queijos amarelos, enlatados, preparações temperadas excessivamente com sal.

O sal light é composto por 50% potássio e 50% sódio. Ele é uma alternativa para reduzir a ingestão de sódio e, por isso, pode ser utilizado pelas pessoas que tem a propensão em ter uma maior retenção hídrica, substituindo o sal de mesa tradicional.

E engana-se quem pensa nisso como um mal exclusivamente feminino. Os homens também podem apresentar inchaço, principalmente se apresentarem excesso de peso, inatividade física e excesso de sódio na alimentação , afirma a nutricionista do MinhaVida.

Algumas alterações hormonais, no entanto, tornam o corpo feminino mais suscetível a esse tipo de situação. Durante a gravidez, o nível elevado de progesterona é responsável por vários sintomas, entre eles, o inchaço. Porém, o inchaço generalizado pode significar aumento da pressão arterial, principalmente, após o 5º mês de gravidez , alerta a ginecologista Juliana Horschutz, de Americana (SP).

Estudos indicam que a restrição na ingestão de sódio tem pouco efeito na redução do inchaço durante a gravidez. Para combatê-lo, os médicos recomendam a prática de atividade física leve e uso de meia elástica. É importante lembrar que a utilização de diuréticos não é recomendada durante a gestação, porque prejudicam o fluxo de nutrientes na placenta (levando o bebê à morte, em casos graves).

Já durante a tensão pré-menstrual, ocorre o aumento progressivo do nível de progesterona no sangue. A mudança traz sintomas físicos, como o inchaço e outros psicossomáticos (ansiedade, desejo por doces).

Água contra retenção de líquidos
Pode até parecer contraditório, mas beber bastante água é uma excelente medida para eliminar o excesso de líquidos que tem causado o inchaço. Isso porque a filtragem do sangue acaba ocorrendo mais rapidamente, eliminando o sódio acumulado e, portanto, diminuindo o edema.

Mas cuidado com a freqüência do problema. Ter um inchaço crônico pode significar mau funcionamento dos rins, na circulação ou hipertensão. Por isso, é importante investigar as causas desse sintoma quando perceber que ele não desaparece , afirma Roberta. O uso de medicamentos, como os corticóides, também está associado à presença de edema.

Alguns alimentos estimulam o funcionamento renal, aumentando a excreção de substâncias tóxicas e a eliminação de água através da urina, são os chamados diuréticos. Muitos deles também são ricos em fibras, colaborando para o melhor funcionamento do intestino, amenizando outros sintomas como o intestino preso.

Chás, em geral, são diuréticos, assim como algumas frutas (melão, melancia, abacaxi, morango, ameixa), verduras (alface, agrião) e legumes (salsão, cenoura, vagem, abobrinha). Combinados a uma hidratação adequada (cerca de 1,5 litro de água por dia), eles previnem o inchaço e ainda colaboram para que seu intestino funcione com regularidade.

Cinco dicas para desinchar de vez
1. diminua a ingestão de alimentos ricos em sódio, como embutidos, conservas, picles e queijos amarelos;
2. aumente a ingestão de frutas, legumes e verduras;
3. beba, pelo menos, 1,5 litro de água por dia (8 copos);
4. faça atividade física regularmente;
5. se o inchaço persistir, procure um médico para que sejam investigadas as causas da retenção hídrica.

Maio 26, 2009

Xô preguiça!

Do Blog Chegada (Veja Online)

Ah… a falta de vontade de se movimentar…. Aquele que nunca sentiu, que atire a primeira pedra. Sim, eu confesso que muitas vezes brigo comigo mesmo quando inicio minha atividade física diária. Penso: “Hoje, não! Estou muito cansado. Tudo bem. Fica para amanhã…” Acredito que o amigo leitor também trave a sua batalha interna contra a preguiça. E, quantos de nós não cedem e acabam desistindo de mexer o corpo?

Infelizmente as estatísticas mostram que a preguiça vem ganhando as batalhas. Apesar da quantidade de brasileiros que realizam atividades físicas ter aumentado de 14,9% para 16,4%, entre 2006 e 2008, este porcentual ainda é extremamente baixo. Fato: nós, brasileiros apresentamos índices melhores quando comparados a finlandeses (4%) e suecos (7%), mas bem inferior aos portugueses, com 34% da sua população praticando exercícios físicos.

Um país com clima predominantemente tropical, com muito sol e um povo tão alegre como o Brasil não pode se contentar em superar países de clima frio e com povos mais reservados, como os finlandeses e suecos. Nenhuma crítica aos povos nórdicos, mas precisamos nos espelhar mais em nossos patrícios Portugueses.

Há soluções?

E o que podemos fazer na prática para combater a preguiça? Baseado em minha experiência pessoal e profissional, sugiro, além do que já foi comentado em outros textos (ter um parceiro de treinos, um treinador e metas a cumprir), que o indivíduo adote a regra dos 15 minutos. Essa regra parte do princípio que é justamente nos primeiros 15 minutos de qualquer atividade física que a preguiça impera e tenta nos convencer a desistir.

Noto que, não somente comigo, mas com muitos praticantes a preguiça some depois deste período e há diversos casos em que a pessoa comenta: “Ainda bem que persisti! Não somente consegui fazer minha atividade física, como estou me sentindo muito bem, aliás, muito melhor que se não tivesse feito nada!”

Há situações isoladas em que a pessoa, mesmo após 15 minutos, não consegue cumprir a sessão. E nesses casos é necessário investigar melhor o motivo, principalmente se for algo mais frequente. No entanto, há boas chances de que você caia dentro da porcentagem de praticantes que esquece a preguiça após 15 minutos de exercícios e depois consiga sentir aquele alívio por não ter se entregado.

Sete dicas para não deixar a academia

Abril 26, 2009

Sal amargo no Twitter

Estou no Twitter.

Vou testar o sal amargo (post Barriga chamada …).

Comento lá.

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Abril 20, 2009

Tire todas as dúvidas antes de começar a caminhar ou correr

Do Minha Vida

Saiba mais sobre as diferenças entre os esportes e tire proveito máximo do programa

1.O que é melhor: correr ou caminhar?
Os dois são ótimos, desde que sejam praticados com prazer e freqüência. Quem tem alguma limitação física normalmente prefere a caminhada. Por ser mais leve, ela á indicada para quem está saindo do sedentarismo. Os passos em ritmo mais devagar permitem ao corpo ir se acostumando com a respiração e a postura corretas. Mas a perda de peso acontece de forma mais rápida com a corrida, que queima mais calorias. Só comece a praticá-la, entretanto, depois de fazer todas as avaliações físicas e receber autorização do seu médico.

2. Quantas vezes por semana devo praticar esportes?
Para começar, três dias na semana está perfeito. Não adianta pegar muito pesado, sob o risco de machucar o seu corpo. Aos poucos, a intensidade do treino pode ser aumentada, sem necessidade de mais aulas. Mas, antes de fazer qualquer mudança, peça orientação de um professor. E, dentro do seu tempo, tente intercalar os treinos aeróbios com a musculação, desta maneira você fica protegido contra as lesões.

3.Com que velocidade devo começar meu treino?
Antes de pensar nisso, você precisa descobrir quanto tempo consegue correr sem forçar demais o organismo. No início, a velocidade com que você começa a treinar pode ser a mesma do fim do treino, desde que você não sinta cansaço. Para saber a medida, veja se é possível correr e conversar ao mesmo tempo, sem sacrifício. Se não conseguir, diminua a velocidade.

4. A respiração tem de ser pela boca ou pelo nariz?

O ar que chega aos pulmões tendo passado pelo nariz tem melhor qualidade: além de filtrado, ele foi umidificado. Mas, correndo em velocidade mais intensa, fica difícil fazer este controle. Enquanto estiver caminhando, use o nariz para inspirar e a boca para expirar. Conforme o ritmo dos exercícios for aumentando, pare de se preocupar. Naturalmente, você vai se adaptar às necessidades, seja respirando pela boca ou pelo nariz (o importante é não perder o ritmo de treino).

5. Passadas curtas são melhores do que passadas largas?

Não existe pior nem melhor nesta questão. O tamanho das passadas depende da constituição física do atleta, do tipo de treino que ele desenvolve e até do cansaço em condições de maior fadiga, as passadas tendem a ser mais curtas.

6. Qual a postura adequada?

O seu corpo deve formar uma linha vertical, com a cabeça olhando para a frente. A inclinação do trono, que observamos em muitos atletas de rua não é indicada: dificulta a respiração e força as articulações.

7. É normal sentir dores no dia seguinte ao treino?
Se você estava parado há muito tempo, vai sentir as dores. É a resposta do seu corpo a um esforço novo. Mas elas tende a sumir à medida que os treinos se repetem. Uma boa massagem, além de alongamentos antes e depois dos treinos, ajuda a diminuir o desconforto. De qualquer forma, se as dores continuarem depois de duas semanas de treino, avise seu professor. Pode ser o caso de fortalecer a musculatura e pegar mais leve no treino aeróbio.